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Genival Silva



 
 
- Acadêmico em Ciências Sócias - Ufal - Univer. Federal de Alagoas
- Acadêmico em Gestão Pública - Universidade Anhanguera
- Poeta e Escritor
- Imortal da Embaixada da Poesia
- Empresário


Publicado em 30/10/2016 às 21:34

Alagoas: Sussurros de Liberdade na Terra dos Marechais

O grito oco, sem miolo, massageia o peito dos libertários? Quando haverá, por fim, o ecoar agudo do cair das cercas, mourões e arames farpados que ainda isola e maltrata o tão rico estado de alagoas? Quando respirar liberdade será não o dever de favores políticos a quem chegou ao poder pelo poder? O que pode mudar em Alagoas após a derrota do PMDB em Arapiraca e em Maceió?

Tratado como o feudo dos poderosos, Alagoas sempre está entre os piores índices nas pesquisas divulgadas que buscam entender as causas nos problemas sociais. Servidas em bandejas durante festas regadas a propaganda, as medidas paliativas não trás resultados eficazes, e Estado segue a passos lentos o caminhar de sua história. Quais foram as contribuições e ações que resolveram problemas urgentes no estado? A falta de água no sertão, os problemas ocasionados pela catástrofe da enchente em 2010 e outras mazelas que perduram castrando os sonhos e oportunidades de alagoanos, elas já foram totalmente solucionadas? O quanto é rentável politicamente para o governo estadual continuar investindo no município arapiraquense e nas cidades que o seu partido perdeu nas eleições?

Alagoas, estado envolto em paternalismo e clientelismos demasiados onde uma grande parcela da população admira o status dos poderosos, talvez por quererem ocupar suas posições. Não há uma singela mudança em seu contexto histórico político recente que mostre possíveis soluções para a melhoria de vida da população alagoana. Como serão as disputas das eleições de 2018? O que muda com a derrota do PMDB nos dois maiores colégios eleitorais? Qual grupo tradicional ocupará as lacunas, caso em 2018, o povo queira uma mudança no executivo estadual? Quais os efeitos de uma possível mudança para o estado? O quanto essas eleições municipais podem ajudar aos alagoanos? Qual o preço a ser pago pelos alagoanos que escolheram não votar nos candidatos que o governo apoiou?

Na ausência quase que absoluta do Estado, uma parcela da população se farta dos benefícios oriundos da dependência política no geográfico território, que os novos feudos se extingam e com eles a ausência do poder publico, que a renovação venha com a contribuição da sociedade, os alagoanos se tornem donos legítimos do seu estado de deixem sofrem a solidão social de seus direitos. Ecoa nas almas alagoana um acender de uma chama de liberdade?

 


Publicado em 01/09/2016 às 13:52

INJUSTIÇA SOCIAL

A definição de injustiça social tende a ser múltipla, a depender do aspecto e das condições em que é analisada. De modo simples e sucinto, o padrão de injustiça ocorre quando dois indivíduos semelhantes e em iguais condições recebem tratamento desigual.

Para que haja um parâmetro no tratamento dado pela Justiça, alguns critérios foram estabelecidos no decorrer da história: a) a justiça considera, nas pessoas, as virtudes ou os méritos; b) a justiça trata os seres humanos como iguais; c) trata as pessoas de acordo com suas necessidades, suas capacidades ou tomando em consideração tanto umas quanto outras.

Todos sabem que a justiça é feita pelos homens, e por isso mesmo ela se aperfeiçoa à medida que as sociedades também se desenvolvem, não apenas economicamente, mas principalmente ao ampliar os direitos civis, políticos e/ou sociais da população. Por outro lado, a Justiça acaba expressando muitas vezes interesses parciais, ao contemplar, de um modo direto ou indireto, expectativas que atendam às elites econômicas e sociais – os donos do poder.

No Brasil, as causas da injustiça social são muitas e profundas. Nossa cultura assimilou e aceitou conviver com certo tipo de violência, talvez a mais brutal, que é a escravidão, acreditando ser possível o ajustamento de ideais libertários e democráticos com uma estrutura social completamente injusta; aceitamos com certa naturalidade e por séculos, os privilégios de poucos coexistindo com a supressão dos direitos de outros. Na atualidade, são sabidas e diversas as pesquisas sociais que confirmam que a injustiça social atinge determinados grupos sociais, como por exemplo: as mulheres recebem salários menores que os homens, ocorrendo o mesmo com os negros e a violência afeta muito mais os jovens que possuem baixa escolaridade e os que estão desempregados.

De modo geral, a relação entre o desenvolvimento econômico e as políticas sociais sempre foram perversas. No Brasil, havia a ideia de que era necessário o país crescer economicamente para que o “bolo” fosse posteriormente dividido, comprovado, em seguida, ser uma falácia. Assim, diversos fatores contribuíram e contribuem para o aprofundamento das injustiças sociais. Ocorre que os fatores de desagregação social, somados ao aceleramento da inflação – e mesmo depois da inflação controlada –, provocaram o agravamento da concentração de renda. Em boa parte dos países pobres, assim como no Brasil, a concentração de renda é um dos fatores cruciais para a existência da injustiça social.

É notório que o Brasil não é um país pobre, no entanto, também é visível a má distribuição dos recursos produzidos. Parte de nossas riquezas está nas mãos de poucas pessoas/famílias/empresas, enquanto parte considerável da população não tem acesso a emprego, educação, saúde, moradia, alimentação, etc. Não se pode ignorar que a impunidade e a corrupção também contribuem intensamente para o agravamento do quadro.

Historicamente, os governos brasileiros gastaram mal os recursos destinados às áreas sociais. As políticas sociais não foram capazes de reverter o quadro de injustiça social que atinge milhares de brasileiros que estão abaixo da linha da pobreza. Nos governos de FHC (1994-2002) e Lula (2003-2010), alguns programas sociais amenizaram a situação e tiraram apenas uma parte dos excluídos da situação de miséria. Porém, ainda há muito que fazer e muitos continuam desassistidos!

É de se lamentar e indignar que em pleno século XXI ainda existam milhares de pessoas morrendo de fome e/ou vivendo em situação de miséria absoluta.

O certo é que no regime democrático, mesmo sendo recente no Brasil, surgem possibilidades da participação, do debate e da indignação popular frente às injustiças sociais. A sociedade brasileira vem cobrando, cada vez mais, dos atores políticos medidas eficientes e eficazes de políticas sociais inclusivas.

Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP


Publicado em 08/08/2016 às 21:46

Um Mito, Uma Árvore e uma Caverna

Era uma vez um mundo cheio de obras, construções e palavras bonitas. Nesse mundo havia um clã adoradores das fogueiras e das sombras. Distribuíam cargos públicos, benefícios que eram doados pelos viscondes e realizações de obras visíveis em ano de eleição.

Um mundo governado há mais de vinte anos por um mesmo grupo. Tendo seus dogmas inspirados na Alegoria da Caverna, narrativa escrita por Platão que conta a história fictícia de pessoas que passam a vida inteira vivendo dentro de uma caverna, como prisioneiras, isoladas do mundo por um muro, onde só existe uma pequena fresta para o mundo real. Os líderes do clã dominante assim o fazia, mas com algo mais dominantes seduziam seus opositores com brindes, cargos e tapinhas nas costas. Os seduzidos, por sua vez, permaneciam de costas para o povo que os escolheu, com seus rostos postados apenas para a turva nuvem que os embriagavam de delicadezas e subsídios, correntes que aprisionavam as almas dos seus seguidores.

Na caverna existia uma fogueira! No mundo, o bombardeamento de boas novas e imagens artificiais na tentativa de que os igualassem as multidões visitadas. Naquele ambiente de delicadeza hostil, quem habitava no interior da caverna, se satisfazia de abraços frouxos, sorrisos vazios, tapinhas nas costas e toda a realidade que era construída sobre as sombras de um desejo de liberdade. Nas ações governamentais de sons distorcidos, choros em hospitais, cidadãos enjaulados em suas residências e o abandono dos que viviam nas periferias. Meras tentativas de embriaguez coletiva.

Certa vez, um grupo, como Platão exemplificou em sua história, questionou-se sobre o que poderia haver além daquelas algemas que lhes prendia há um vincênio. Então o grupo arrumou um jeito de se libertar das correntes e atravessou a neblina que cegava cada um. Ao perceber que eram cativos do clã, uma constante luz emanou de cada indivíduo desbravador. Seus sentidos transbordaram de desejos ao perceber que eram maiores em quantidade e em força, e, as margens do Riacho Piauí resolveram gritar e contar aos que ainda continuavam embriagados da neblina psicodélica.

Ofuscados pelo gosto de liberdade, quiseram voltar ao interior daquele mundo, mas ficaram e descobriram que a verdade era muito diferente daquela que lhes fora acrescentada. Ao compartilhar o desejo de liberdade foram zombados, caçoados, desacreditados e perderam amigos e irmãos por insistir em tirar seus semelhantes daquela caverna subjetiva.

O que são as correntes que predem o povo ao continuísmo? Quais os preconceitos e opiniões em quebrar paradigmas? Está preso ao um grupo político é vantajoso para quem? Como perceber que a alternância no poder é a realidade que não está sendo usada? Quem é o grupo de prisioneiro que se libertará da caverna? E Platão, que ao fazer referência a Sócrates ou o Mito da Caverna, ainda está impregnado o seu ponto de vista na sociedade contemporânea? Qual é o mundo novo que o continuísmo pode oferecer? Qual o instrumento de liberdade os prisioneiros podem usar? Esse mundo tinha o nome de uma árvore da família das Fabáceas.

  


Publicado em 03/08/2016 às 07:57

Arapiraca: A nociva continuação do poder

Chega a ser nociva a presença maciça do poder público em ano eletivo, no mínimo injusta, as obras transbordam a sociedade em seus espaços esquecidos e só lembrados nesse período pré-eleitoral, fugas das alcovas e gabinetes proliferam em demasia, deixando os carentes do estado em uma euforia endêmica, mas a epidemia de serviços prestados em, talvez, uma preocupação ludibriar o povo, só é importante às vésperas de eleição. Essa proliferação, as cegas, não enxerga que o povo está vacinado, portanto, essa embriagues política pode não os infectar, tornado os malabarismos, antigos vícios e ações de grupos detentores do poder, sem efeito nas eleições municipais deste ano.

O que é está a vinte anos provando de um remédio que não faz mais efeitos governamentais? O que é estar em plena consciência de mudança e ser bombardeado por informações, escritas ou faladas, que é uma tentativa de convencer que o povo, já esquecido, agora será lembrado? Quantas vezes o pré-candidato escolhido pelo governo municipal e estadual se dedicou ao povo, visitando os desassistidos periféricos? Quais dos seus projetos foram de relevância ao povo de Arapiraca? E o povo, o que enxerga nessa pandemia de popularidade por parte do município em tornar uma pessoa introvertida, recatada e fechado em popular?

Ressoa em cada bairro e povoado, em cada esquina e rua, em lares e pessoas o desejo de mudança. O povo é órfão da sinceridade de propósitos. E o engessamento, a fixação de apenas um grupo político nas gestões públicas, além de ferir o desenvolvimento local, é nociva à sociedade, lhe atrofia, lhe enrijece e lhe torna estérea, facilita a morte dos questionamentos políticos e beneficia uma minoria que, de todas as maneiras, buscam insanamente sua perpetuação no poder. A Continuidade é nociva à sociedade e hoje respinga na saúde com o cancelamento dos atendimentos pelo SUS na Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora de Fátima.
 


Publicado em 20/04/2016 às 14:09

Psui! quem amordaça, manda e merece o poder!

Uma educação amordaçada para futuros alunos cegos da sociedade! O Dep Ricardo Nezinho, que apresentou o projeto de lei “Escola Livre” e em tese prática pode limitar os professores de demonstrar, exemplificar e até comparar fotos históricos e sociais em sala de aula. Sim, pois como debater sobre a sociedade na atual sem a fusão das disciplinas educacionais e os acontecimentos do cotidiano.

Praticas deste tipo se espalham em todo território e são oriundas de mentes tradicionalmente conservadoras, que talvez, tenha medo da evolução do um povo que buscador da limitação massiva da liberdade de escolha e da politização dos seres. Estaria, este povo, próximo de um novo coronelismo? O das ideologias e controle do conhecimento? Ou como uma camada inferior da sociedade, a grande maioria dos cidadãos “esse povo”, tem que ser limitações de informações que barram suas escolhas?

O que leva a alguns políticos terem tendências a liminar o conhecimento da população? Quais desejos suprimidos alimentam a necessidade de amordaçar mestres, doutores e a um professor do ensino fundamental, que, conhecedor dos problemas sociais, mostram ao alunado os costumes e problemas que a ignorância nos acontecimentos sócias causam?

Talvez, os alunos, futuros profissionais da educação e de outras áreas diversas, sejam formadores de um povo pensante, e, um povo que pensa livremente, que busca entender todos os lados de um pentagrama social possa não ser facilmente escravizado por gentilezas sazonais, por sorrisos frouxos e abraços vazios.
Ou, por achar que os professores trabalhem muito, os apoiadores desse projeto, queiram reduzir o peso na missão do professor, Limitando-o do pensamento de instruir, da prática do mostrar, do desejo de formar seres analíticos, do espaço e da voz?

O medo, talvez, possa ser do crescimento de uma esquerda, que utopicamente deseja o poder a todos os custos, mas isto não justifica o castramento do conhecimento diverso, do direito de escolher lados opostos e da eterna busco pelo equilíbrio antagônico. Escolhas são livres e a constituição dá esse direito. Ou simplesmente é uma tentativa de doutrinar, sem doutrinação aparente, o alunado em um complô totalmente de direita? Sendo assim, onde ficaria a liberdade de escolha, a liberdade de pensamento dos que ingenuamente buscam o melhor para sociedade? Mas para alguns: “quem a mordaça, manda e merece o poder”. Supostamente!
 


Publicado em 18/12/2015 às 10:09

A Vida Virtual Nos Rouba a Vida?

Deixamos de ser gente para sermos servos das tecnologias? Ou a tecnologia é nossa serva enquanto nos aprisionamos em seus labirintos?
Poucas horas sem um dos aplicativos de comunicação deixou muita gente transtornada, solitária e preocupada. Mostrando a dependência que temos das ferramentas dos tempos modernos, mostrando as carências que temos em saborear o equilíbrio antagônico das redes sociais. Tão perto e tão longe.

A internet nos oferece diversos serviços, uma pesquisa simples ou acadêmica, a busca de um endereço, comercialização de produtos e serviços e o contato virtual e direto com quem está conectado nas redes. O conceito de redes sociais é antigo e indica a integração de pessoas que têm um objetivo comum e se comunicam para compartilhar ideias ou realizar ações conjuntas.

As empresas, que outrora se afastavam das redes sociais, utilizam massivamente a ferramenta para escoarem seus produtos e serviços. O fácil acesso a internet multiplica seus adeptos.

Esses senhores e senhoras, ladrões do tempo, fascina seus zumbis e súditos, não escolhe suas vitimas, não possui preconceitos e democrático como é se multiplica a cada geração ditando suas regras escravistas e hipnotizante fazendo os seres que dela são dependentes simples maquinas de carne e osso, limita o contato olho no olho, limita os abraços e fragiliza os relacionamentos dos que vivem perto e atiça a curiosidade dos distantes.

Segundo a psicóloga do Scarpa, Graziele Ribeiro Martins as redes sociais são boas desde que não prejudiquem o desempenho das pessoas tanto no trabalho quanto nos estudos. De acordo com a psicóloga a internet facilita o dia a dia das pessoas, entretanto pode virar um vicio. Afinal tudo em excesso faz mal.

Quem, na era das redes sociais, dá um bom dia a que vive do seu lado antes de olhar suas mensagens nas redes sociais? Quem simplesmente abdica de um dia ou dois da vida virtual para vivar a vida real? Quem é mais frio, o aplicativo que hipnotiza ou o ser que ignora tudo ao seu redor para satisfazer seu vicio de está longe de quem provavelmente queria que estivesse perto? A vida é tão rápida e não é justo passar por ela desatentamente ou distraído. Gente carece de gente!

 


Publicado em 15/11/2015 às 07:10

Brasília: Apagando Nossas Dores para Iluminar a Dor Francesa

A lama continua matando ao seguir o caminho do rio, as dores estraçalham a alma dos que perderam seus familiares, vizinhos e amigos, foi distribuída água de péssima qualidade no lugar de potável, o Rio Doce foi assassinado, pessoas ainda estão soterradas na tragédia que sangra a dignidade dos mineiros. E o governa da Dilma Rousseff faz homenagens a uma outra tragédia, colocando iluminação nas cores da bandeira francesa no palácio da alvorada, após sobrevoar, com sua áurea de superioridade, soberba e desentendimento, a paisagem aterradora de Mariana.

Mas de uma centena foram vitimas dos terroristas do EI, mas também temos nossos problemas e nossas tragédias. Quando o espírito coletivista da senhora presidente funciona, sua mente trava e talvez sua memória recente seja afetada, esquecendo assim seu povo, será que ela realmente respeita quem faz essa nação? Em seu processo de letargia de percepção das coisas que acontecem no país, a presidente Dilma publicou uma notinha pífia em seu Twitter às 18h15 desta sexta-feira, foram 24h após a tragédia.

Os franceses merecem o apoio do governo brasileiro e de toda a nação, mas os atos terroristas não apagam as dores dos que estão sofrendo na tragédia em Bento Rodrigues, são brasileiros que sofrem e infelizmente jamais recuperarão suas rotinas. O Brasil está governado por pastores de cabras relapsos ou preguiçosos, seus gestores estão no poder apenas pelo brilho e o som do erário, seus aliados buscam as migalhas que sobras da partilha e uma massa embriagada por ideias coletivistas se omitem e só tem força para sussurrar em ouvidos alheios dividindo males e procurando culpados.

As luzes brilham em nome da França e frustra brasileiros que se solidariza com o País da Cidade Luz, mas não esquece nossos dramas e dores. Teria a presidente Rousseff pretensão de se iluminar para o mundo apagando nossas dores? Será que a homenagem em cores é pelo titulo que Paris possui? Mas, senhora presidente, Paris não é chamada de Cidade Luz pelas lâmpadas elétricas que estão espalhadas pela cidade. A Paris do século XVIII iluminava as mentes humanas. No Brasil do PT, se fecha os olhos para a dor do povo e iluminam os rostos em dores estrangeiras.
 


Publicado em 14/11/2015 às 08:39

Sobre o Perdão

Segundo alguns dicionários o Perdão é a ação humana de se livrar de uma culpa, uma ofensa, uma dívida e etc. O perdão é um processo mental que visa a eliminação de qualquer ressentimento, raiva, rancor ou outro sentimento negativo sobre determinada pessoa ou por si próprio.

Etimologicamente, a palavra "perdão" vem do latim “perdonare” que significa a ação de perdoar, ou seja, aceitar ou pedir desculpas; se redimir em relação a algo de errado.

Quem já foi machucado por alguém? E rejeitado? Traídos? Perdoar não é esquecer e como não esquecer sem guardar rancor? O exercício do perdão é constante, é imutável e inerente ao ser humano, no perdão não é a busca da melhora da pessoa que é perdoada, mas a desintoxicação da alma do ser que perdoa, ele é uma faxina constante em nosso espírito, ele é o poder de não querer usar o poder para uma vingança, ele é o poder do não envenenamento por ações de outrem, ele é o poder dos que verdadeiramente são fortes.

Migalhas de rancores podem afogar momentos que poderiam de felicidade, podem eliminar dias, semana e até meses de uma vida pelo simples fato de o ser não desapegar dos sentimentos que o aflige e algemado a toneladas de ódio e rancor passa pela vida sem a sentir, sem a viver, vegetando em rios de males e pensamentos ruins.

Tolos são os que absorvidos pelo rancor se consomem em desejos maléficos e um inútil sentimento de que controla a situação, embriaga-se em suas arrogâncias e se perde no largo caminho da solidão e do ódio. São escravos de suas vontades, são mendigos esfomeados carecendo de um olhar piedoso dos que fingem lhe apoiar sem sua insensata razão.

Ame-se, perdoe-se, transponha-se e transforme seu universo em um lugar habitável, em um lugar onde quem dividir este espaço se torne feliz e que pratique a felicidade, se desarme de conceitos arcaicos e sentimento mesquinhos. Viver é o simples ato de viver em comunhão, viver é se torna vivo aos que querem compartilhar seus momentos. Perdoe e peça perdão, seja um praticante e multipicador do perdão! 


Publicado em 09/09/2015 às 13:48

PPS Arapiraca: Da Evolução ao Retrocesso?

 Que a política de Arapiraca é uma grandiosa caixa de surpresa, toda a cidade já sabe! O intrigante é testemunhar decisões que enfraquecem a força política local. O PPS vinha em substancial crescimento na região do agreste com a pratica de filiação e o fortalecimento do partido em várias cidades da região. Mas, como na política da cidade e na de Alagoas o que evolui não necessariamente é o que cresce, o diretório anterior foi substituído por um novo, que se renove a política! Porém, se pode renovar sem colocar algo novo? Renovar segundo os conceitos dos velhos vícios? Renovar estando do lado da situação quando a situação está contra o povo?

O atual presidente do PPS, aliado e pupilo do deputado Severino Pessoa, não participou da campanha para deputado federal do presidente do partido regional, Professor Régis Cavalcante. Nem ele e nem o deputado estadual foram vistos ao lado de Regis na campanha de 2014. O Senhor Deputado Severino Pessoa pediu voto para outro candidato a deputado federal e esta semana foram agradecidos com o diretório municipal e muitos dos filiados ainda não sabem do ocorrido.

Que o socialismo e meritocracia não se misturam, tudo bem. Mas, são apenas conceitos produzidos, dirigidos e praticados por homens e mulheres. Homens e mulheres que se aglomeram em gabinetes e corredores decidindo e articulando o futuro de cidades e pessoas.

Quantos filiados ao PPS presenciaram as pessoas do vereador Sérgio do Sindicato e do deputado Severino Pessoa nas reuniões do partido nos últimos meses? Quanto os mesmos contribuíram, em dedicação, para o fortalecimento do partido na cidade de Arapiraca e na região agreste?

As eleições estão chegando e será que todos os caminhos apontam para uma reaproximação do PPS com a prefeita Célia Rocha? Ou esta decisão esfarela o partido em Arapiraca? Uma vez que o mesmo tinha pretensões de lançar candidatura próprio para o cargo majoritário.

A quem beneficia com essas mudanças? O presidente atual seguirá os atos passados do seu guru político, o deputado Severino Pessoa, quando sempre muda de lado na hora que lhe é conveniente? Ou teremos um novo diretório em busca de mudanças reais, mudanças que serão a favor do povo de Arapiraca?

Sobre a decisão administrativa e sem o consentimento dos filiados do PPS em Arapiraca, será que foi colocado em pauta a quantidade de projetos de lei que foram apresentados neste ano pelo vereador, no âmbito municipal, e pelo deputado, na Assembleia Legislativa de alagoas? Ou tudo é apenas o interesse meramente político e a troca do poder pelo poder?



Publicado em 24/08/2015 às 13:29

Verdes Campos Demonstra que Arapiraca é Um Museu de Obras Abandonadas

A futura instalação da Creche do Bairro está, ainda, tomada pelo matagal, uma grande Mamoneira, na entrada da construção, serve de vitrine. Em alguns pontos o mato chega a ultrapassar a altura da construção. Um poço semidescoberto, como um cão de guarda, ameaça aos que visitam o local. “Ponto de uso de drogas” um dos moradores do bairro exclamou. A creche que seria de grande importância para os moradores se teoricamente resolveria problemas do bairro, está sendo a causa de vários outros principalmente aos vizinhos da construção abandonada.

A área abandonada onde teoricamente é construída a Creche do Bairro Verdes Campos chaga a quase um quarteirão, essa estrutura beneficiaria inúmeras famílias de trabalhadores da localidade. “Esta construção não está servindo aos moradores, ele está servindo de coito de maloqueiros, bandidos e usuários de drogas”, disse outro morador.

Comerciantes locais também reclamam a letargia, abandono e esquecimento do governo da Prefeita Célia Rocha. Pois com menos pessoas trabalhando, é... A não conclusão da creche faz alimentar o desemprego. Sem terem onde colocar seus filhos e não podendo pagar as babás, os pais abdicam dos seus empregos para cuidar dos seus filhos menores e os comerciantes vendem menos. 

Esse descaso não é um sofrimento apenas do Bairro Verdes Campos, a coleção de projetos inacabados, abandonados e esquecidos se espalham em toda a cidade de Arapiraca, engrossa o festival de obras eleitoreiras iniciadas e paralisadas para só serem concluídas as vésperas das eleições. 

Obras importantes paradas são nocivas à sociedade. Obras importantes abandonadas e que são fundamentais ao aprendizado, ao crescimento social, ao crescimento econômico e estagnadas atrapalham o desenvolvimento da cidade favorecendo apenas aos que tem interesses gananciosos. Essas obras paradas geram o tardiamente do aprendizado infantil e causa grandes males à sociedade.


Publicado em 16/08/2015 às 11:18

Mordaças, Algemas e Vendas aos Professores de Alagoas?

As salas de aula são locais de aprendizados, de evolução humana, de libertação da indução aos que comandam há tempos as redias de uma nação. Querem que a educação se limite em apertar botões e torcer por políticos de carreira, políticos que só aparecem a cada dois anos como se fossem rações periódicas que curam as mazelas de um povo. Estão tentando cegar um povo que inicia a enxergar seu papel na sociedade; estão querendo calar os Mestres que libertam esse povo, os mestres que não estão em dividas pessoais com políticos ou alienados por uma tradição mesquinha que dá continuidade a perpetuação, no poder, dos profissionais da política.

Estão tentando tirar a liberdade que os Professores possuem de fazer seus alunos questionarem assuntos que os afligem e os amordaçam. Essa liberdade parcial limita os serem que buscam conhecimento, favorecem os poderosos que comandam e aliena a massa carente e com seus sorrisos frouxos, abraços vazios e tapinhas nas costas fingem proteger o povo. A liberdade causa pavor aos que preferem se esconder entre uma eleição e outra, causa pavor aos que proporcionam letargia no desenvolvimento da sociedade; a contra gotas propagam esperanças não alcançáveis por soldados que defendem fervorosamente a ideia a perpetuação e a continuidade de mandatos.

Querem colocar a Educação de Alagoas em um labirinto e amputar a possibilidade do conhecimento, querem castrar as ações que produz o pensamento questionador, querem torna estéril a liberdade no aprendizado, querem transformar um povo em zumbis sociais. Um provérbio brasileiro arbitrário, unilateral e contra a sociedade diz que: Política, futebol e religião não se discutem. Claro que querem propagar isso,  seres limitados de pensamento e de compreensão da sociedade são mais fáceis de serem conduzidos. São gados, ovelhas e galinhas que são levados aos matadouros, matadouros esses que estão diariamente representados no setor da educação, saúde e segurança.

Hitler queimou livros; aqui tenta calar o professor; tentam limitar a sociedade; tentam podar as ideias que alimentam a evolução social; tentar trancar as cavernas, que Platão informou, para que os seres não enxerguem o mundo fora da alienação dos anseios partidários. Se finda o livre arbítrio e colocam uma liberdade vigiada, uma liberdade assistida, uma liberdade controlada, uma pena que pune os que simplesmente tentam entender a sua sociedade e busca o saber através de Professores que estão comprometidos em melhorar a sociedade.

Manter a educação precária para que uma maioria não consiga se libertar de suas cavernas; manter o ser preso em currais e proibi-lo de ver o que há alem da sua catequização política; manter o povo na sua escravidão assistencialista. Esses são recursos usáveis aos que querem se perpetuar como um possível defensor do povo?

Liberdade de pensamento e a discussão em sala de aula  estimula o questionamento de determinados fatos sociais e transforma seres condutíveis por superstar da política em humanos de pensamentos livres. A castração disso os torna escravos dos tempos modernos. Conhecimento e informação sobre fatos sociais, pensamento político, sobre questões sociais não é doutrinação, doutrinação e se perpetuar nos cargos públicos e repetir velhos discursos vazios  a cada eleição e a tentativa e emudecer assuntos que proporcionam o ensinamento da ética e a liberdade dos grilhões postos por uma política viciada. 


Publicado em 14/07/2015 às 17:19

Arapiraca: O Declínio de Um Grupo ou a Maquina É Mais Forte Que o Desejo de Mudanças?

Após quase duas décadas no poder, o grupo político de Célia Rocha conduz a cidade em meio ao caos e a inércia do desenvolvimento local, sua popularidade cai a cada dia, a admiração de outrora deu lugar as criticas e decepções, o povo se vê abandonado por sua atua gestão. A gestora raramente se pronuncia e seus comandados estão indo a TV constantemente com a missão de amenizar os efeitos do desgaste do governo.

· Processos seletivos simplificados sendo realizados periodicamente, mesmo tendo aprovados em concurso sem serem nomeados
· Ruas sem iluminação pública
· Avenidas e ruas esburacadas
· Construções públicas como creches, unidades de saúde, academias da saúde abandonadas.
· Problemas com processos trabalhistas
· Perseguições a Trabalhadores Ambulantes
· Arrocho ao Comercio Local
· Servidores em busca de informações sobre o Regime Próprio.

A população clama por um novo nome, clama por alguém que liberte a cidade desse grupo político que está no poder a 18 anos e já mostra sinais de desgaste e do declínio político. Muitos acham que as últimas gestões entregaram a cidade a grupos políticos de outras cidades. Alguns falam que esse grupo que governa Arapiraca desde 1998 se articulou para fragilizar outros grupos locais a fim de se perpetuar no poder e não vemos nomes do passado sendo colocados para concorrer às eleições majoritárias. Se não há representantes de um passado e suas famílias tradicionais, que esse novo ciclo vicioso dê lugar a uma oxigenação da política municipal.

Há Outros nomes que concorreram nos últimos pleitos, sobre seus ombros caiem a desconfiança dos eleitores, pois uns entraram por emoção, vaidade ou pedidos individuais da ajuda divina. Ajudando ao atual grupo permanecer no poder. E outro nome, mesmo com uma história política, não tem expressão política para vencer qualquer embate eleitoral. Esse último possui a síndrome do segundo colocado e é figura desgastada na política local.

No cenário nacional vimos o declínio político de vários grupos e isso é o desejo de uma maioria da população, que está cansada de ser conduzida, por décadas, e não sente melhoras. No Máximo o que os gestores oferecem são marolas de benefícios assistencialistas, nomeações em cargos públicos, processos seletivos simplificados que acontece pouco tempo antes de concursos públicos e após a realização dos mesmos, formação de grupos que apenas servem para perpetuar a permanecia dos que estão no poder.

Qual novo nome surgirá para abolir Arapiraca? Quem realmente não está ligado ao grupo que comanda a cidade? Uma vez que muitos não se sustentam, ao apagar das luzes, e são atraídos pelo poder da maquina. Somos uma democracia? Ou estamos na Grécia Antiga e sua Oligarquia Espartana? Ou voltamos à primeira Republica do Brasil que durou de 1889 a 1930, quando só um pequeno grupo, A Política do Café com Leite, ditava as regras de um povo? Ecoa o grito de liberdade e Arapiraquenses clamam por mudanças, clamam por um novo caminho.


Publicado em 05/07/2015 às 08:44

Arapiraca: A Tocha o Pão e o Circo

Nos últimos 15 anos Arapiraca ensaiou um crescimento e acompanhado dele vieram  os problemas sociais de cidades em desenvolvimento. Com o voou de Perdiz a cidade percebeu novos horizontes e depois estagnou, essa letargia atinge a zona rural e a urbana; Comércios fechando; centros comerciais sendo transferidos e largados nas periferias, talvez por preconceito ou desconhecimento técnico; tentativa da inclusão de representantes dos caciques da política de outras regiões de alagoas no governo; abandono das vias principais que dão acesso a outras cidades e a zona rural; esquecimento dos bairros humildes; bairros  tradicionais sendo ignorados; desrespeito as leis trabalhistas; e o não cumprimento da legislação em assuntos referente a saúde, educação e segurança.

 

Uma manobra emotiva está por acontecer em Arapiraca. A notícia de que a tocha das olimpíadas irá passar pela cidade e como o esporte é paixão de muitos cidadãos locais, esse símbolo poderá ser usado como objeto de manobra das massas, talvez uma tentativa de mascarar os problemas que os arapiraquenses estão passando. Este ato lembra a Roma antiga e os grandes eventos que o Imperador Otávio Augusto criou para emudecer, cegar e engessar o povo romano. A Política do Pão e Circo até hoje é usada como tentativa de acalmar um povo, quem se lembra da Copa do Mundo no Brasil e as assistências periódicas que são distribuídas e não são usadas como assistência social e sim por assistencialismo para retorno eleitoreiro?

Seria a tocha das Olimpíadas do Brasil a única luz que poderá aproximar a gestão municipal dos seus antigos eleitores? Esse evento será mesmo importante para os arapiraquenses? O quanto de dinheiro, que os cofres públicos de Arapiraca não têm, será gasto para que poucos tenham a impressão de bem-estar? Será que o povo de Arapiraca realmente quer que esse símbolo gaste do erário aquilo que fará falta no posto de saúde do seu bairro?

 

Enquanto o povo sofre, o comercio agoniza, as paredes dos postos de saúde são testemunhas do clamor dos doentes e seus familiares, a cidade se atola em buracos e lixões que se multiplicam nos bairros residências da cidade, a vaidade embriaga aqueles que apóiam a gestão atual. E como a Roma antiga uns terão seu pão e seu circo, mas quem realmente fará o papel de gladiador?  Quem perderá para que muitos se divirtam? Quem pagará a conta da vinda daquele símbolo? Quem terá o papel de imperador? Quem fará o papel expectador esfomeado e carente das políticas públicas? Quem derramará as lagrimas para que poucos  tenham instantes de alegria e vaidade?

 

Lembrando que um governo fraco fez Roma ser conquistada pelos Bárbaros e os grandes caciques da política de Alagoas estão de olhos abertos cobiçando milhares de votos que aqui existem.


Publicado em 01/07/2015 às 09:55

Um Elogio Irônico

Ontem recebi um elogio de um dos secretários municipais de Arapiraca, Sei que o tom usado  por ele foi meio  irônico, mas recebi com muito gosto, aquele elogio.

Isso mostra o quanto o trabalho que fazemos  para tornar público as mazelas de Arapiraca, mostrar o abandono que Arapiraca sofre, mostrar que a Cidade não aguenta mais esse desgoverno, não aguenta mais esse grupo que está no poder a 17 anos e que a historia dele na política arapiraquense tem que ter um fim. Pois já ofereceram tudo que poderiam oferecer e agora é a hora da alternância, é a hora renovação política e só poderemos iniciar a mudança a partir dos municípios, a partir da nossa sensibilidade e para com o povo arapiraquense. Cada cidadão de Arapiraca tem a responsabilidade para com seu povo, não nos embriaguemos por sorrisos frouxos, abraços vazios e tapinhas nas costas. O populismo e as artimanhas, desse grupo, cegam nossos sentidos, emudecem nossos anseios e ensurdece-nos do clamor do povo.

Temos o intuito de mostrar o que o povo sente e vive após esses 17 anos de reinado desse grupo político, mostrar e compartilhar as dores e anseio de um povo guerreiro, de um povo de boa fé e que acreditou em promessas vazias e que  sentiu o peso de suas escolhas nos dias atuais. Mostraremos sim, o que o é do povo e garantido pela constituição, pois antes das obrigações dos deveres o Estado tem que oferecer os direitos e em Arapiraca muitos deles estão sendo negligenciados. Basta olhar ao nosso redor que veremos provas da indignação dos arapiraquenses que são contrario ao governo atual. Já os que apóiam o governo, esses tem seu quinhão emanado do erário municipal e que contam com a ajuda causada pelo silêncio dos Barões da Câmara Municipal.

Até agora os meus dois neurônios não entenderam a razão do secretario me chamar de “BONITINHO”, pois só vejo e escrevo a realidade que tanto incomoda o povo de Arapiraca. Ou talvez o secretário e seus iguais não entendam que o que escrevo é coisa séria , é coisa que o povo anseia, carece e suplica. Talvez eu tenha que ser mais sério doravante?  


Publicado em 20/06/2015 às 08:16

Censo e Possível Distribuição de Multas no Comercio de Arapiraca.

Que os micros, pequenos e médios comerciantes se preparem, pois boa coisa não vem por ai. Depois do aperto que a secretaria de finanças proporcionou aos comerciantes de Arapiraca o ano passado em busca do aumento da arrecadação de impostos, agora esta sendo realizado um certo censo promovido pela secretaria municipal de Economia e Finanças. 

Claro que o discurso adotado é sempre da melhoria para o comercio local, mas o real resultado os empresários sabem qual é, a busca pelo aumento de caixa nos cofres públicos. Por coincidência o ano de 2016 é ano de eleições municipais.
O poder municipal não está preocupado com a melhoria do comércio, não se melhora um comércio perseguido e apertando comerciantes; não se melhora o comércio com retaliações e arrogância; não se melhora o comércio forçando o fechamento de pequenas empresas e causando demissão aumentando o desemprego; não se melhora o comércio impondo 10 dias para a regularização de pendências sob ameaças de multas.

Um exemplo de administração municipal voltada ao fortalecimento e preparação do comercio é a Feira da Troca de Arapiraca, que foi abandonada depois de varias promessas na intenção de convencer os comerciantes a mudarem para o Bairro João Paulo II e uma vez lá foram abandonados pelo poder publico municipal, jogados em um espaço que não oferece condições alguma para se trabalhar. O desconhecimento sobre empreendedorismo dos técnicos que são responsáveis pelo desenvolvimento do comercio de Arapiraca é visível, isso se há alguém preocupado com o desenvolvimento comercial dos empreendedores individuais, micros, pequenos, médios empresários.

A Feira da Troca é um centro comercial, um shopping popular onde lá existem 252 empreendedores cadastrados e outros que podem passar de meia centena que ainda não estão no cadastro do local. Mas como todos que não estão interessados no bem está coletivo é mais fácil fazer um censo, conhecer suas vitimas, prometer o que não cumpre, obrigá-las a mudar de local, esquecê-las em um local distante, incentivar que encerrem suas atividades desempregando trabalhadores, e tentar novamente, expulsa-las para mais longe. 

Esse grupo que está no poder há décadas. Sim, há décadas que esse grupo está tomando de conta de Arapiraca, em uma seqüência retrogressíva tivemos no governo de Arapiraca Célia Rocha, Luciano Barbosa, Célia Rocha e seu aliado Severino Leão que é parente do Secretario de Economia e Finanças Lucas Leão. Nas duas matérias publicadas por dois portais locais, o 7 segundos e o já é Noticia, os responsáveis pelo censo demonstraram suas preocupações nas irregularidades, inadimplências, na arrecadação de impostos e na distribuição de multas, um censo digno das perseguições bíblicas, históricas e hitleriana. 

Ignorando os problemas estruturais que se multiplicam na cidade de Arapiraca, o Governo Municipal pode está preparando punições e distribuição de multas ao comércio da Cidade, essas ações também é um combustível para a crise imposta ao povo por um governo federal caótico e emblemático. Os empresários, comerciantes e empreendedores do município de Arapiraca deve se preocupar com mais essa retaliação da Prefeitura de Arapiraca? Será que os antigos gestores da cidade encobriram problemas e só no governo atual eles vieram à tona? Não sabemos das respostas, não queríamos as perguntas. Mas que ano que vem é ano de eleição, ah! Isso é uma verdade.


Publicado em 14/06/2015 às 06:39

A Herança Das Alianças Malditas

A política das alianças partidárias que fatiam a orgânica municipal, estadual e federal distribui cargos como se fossem prêmios pós-eleições, correndo riscos futuros de possíveis desvios do erário. Esse, talvez seja o erro do sistema político atual do Brasil. Muitas vezes os detentores do poder partilham com seus camaradas os espólios (spoliare) de campanha e possivelmente sem capacidades técnicas para gerir determinadas pastas que requer um conhecimento acima das expectativas do escolhido.
Ao se aliarem a grandes caciques regionais os gestores se submetem a determinadas indicações em troca dos favores já obtidos, levando-o a cometerem erros de escolhas, comprometendo o futuro do seu governo.
O gestor fica impedido de contrariar os interesses individuais dos seus camaradas cessando qualquer ação que seja a favor de uma boa administração e que possa amputar os desejos do grupo que buscam apenas a aquisição de numerários para próxima eleição para se perpetuar no poder. Os caciques e seus apadrinhados, herdeiros e escolhidos castram os direitos e burlam as leis que servem para o beneficio da população e cada vez mais afundam o povo na lama da miséria e do abandono para se enriquecerem e bancarem suas farás no poder.
No modelo de administração atual não há uma harmonia de interesse coletivo, principalmente quando um processo depende da decisão de vários órgãos (Secretarias Municipais, Estaduais e Ministérios) do governo. Os verdadeiros senhores dos gestores são aqueles que lhe serviram de braços abertos durante a campanha e não os trabalhadores e seus familiares humildes que recebem visitas a cada dois anos e nesse intervalo são abandonados e esquecidos e com seus bolsos e estômagos saciados de promessas não cumpridas.
Muitos dos esfomeados e esfarrapados são vitimas e cúmplices da política predatória. Eles possuem sua parcela de culpa quando aceitam, por necessidades muitas vezes fabricadas intencionalmente, as migalhas e favores distribuídos e cobrados regularmente. Os politiqueiros tratam a política como uma profissão e a coisa pública como propriedade privada e unicamente elas servem para saciar os seus desejos e vícios. O que finalizaria esta questão seria a exclusão dos milhares de cargos comissionados e contratos sem concurso público, esse ultimo se tornou uma industria de sorrisos frouxos (no principio), votos (por real interesse), e demissões (por fim) no inicio do mandato. Isso ajudaria aos governantes se livrarem de aliados parasitas, que sugam do povo através do gestor e inibe o bem-estar da população.


Publicado em 20/05/2015 às 17:43

UM PASSADO ATUAL

O congresso brasileiro e as Assembléias Estaduais mostram que as conspirações e os conchaves dos antigos romanos eram coisas de jardim da infância e brincadeiras históricas. E que a busca pelo poder e prestigio ainda é a fome que eles buscam saciar. O povo é apenas um detalhe que só é lembrado a cada dois anos, quando se é distribuídos migalhas de respeito e dedicação aos anseios e carências exposta a cada instante pela sociedade. São usados e excretados a cada biênio e sem respeito algum aos eleitores propagam seus milagres assistencialistas como metralhadoras e seu fogo mortal.

Mas o povo também tem seu quinhão quando se fala em culpados, alguns veneram o poder e se embriagam  ao ter contato com os corruptos poderosos, algo que só a psicologia e psiquiatria poder explicar. Outros nas carências do cotidiano buscam as migalhas e favores distribuídos por eles, já que o poder público lhe priva dos direitos e eles são obrigados a dever favores em troca da gratidão que se é cobrada nas eleições. 

Até quando o povo provará desse veneno e ficará em silencio? Quanto desse povo será conivente a esses abutres e se tornarem  unicamente peças de manobras políticas, moedas de troca entre políticos, favores políticos e tapinhas nas costas? Quanto desse povo se decepciona com seus escolhidos após cada eleição e, na seguinte, volta a repetir os velhos vícios eleitoreiros? Quando terão a decência e perceber que só com a renovação e a oxigenação da política é que podemos mudar o quadro atual? Não podemos lavar as mãos com a água suja e podre que está acumulada em um recipiente vicioso.

Não se precisa de reformas políticas que são articuladas longe do alcance do povo,   que são negociadas nos corredores e gavetas do Congresso Nacional, se carece de renovação política urgente. É Precisa que se faça uma faxina geral e substitua todos os políticos de carreira, é preciso que oxigene a política do País e coloque gente nova para assumir os cargos eletivos, é preciso que esses novos representantes do povo não sejam ligados aos caciques e coronéis que dominam a política local e nacional. É preciso que esses novos representantes não venham dos quintais e salas de reunião das Casas Grandes da política, é preciso  que eles venham com independência política e não sejam apadrinhados e afiliados políticos dos chefões da velha política do Brasil.

Quantos Brutos e quantos Césares existem no atual sistema político do Brasil?  Sem saber quem e quais são, só uma certeza é  verdadeiramente real: a que o povo é o único traído e por ser grandiosamente indefeso vive no obscuro silencio da passividade.

 


Publicado em 30/04/2015 às 06:58

Renovação Política Já. É que Reformar É Ficar Com O Velho.

Há uma podridão nos velhos métodos de fazer política, o povo precisa de uma renovação política  no País. Essa reforma que se propaga nas mentes publicas não pode ser iniciada, planejada e executados nos corredores de Brasília, ela teria  que vir do povo e esse povo necessita de renovação política completa para todos os cargos elegíveis. E quando reformamos um sofá, ficamos com um objeto novo ou ainda continuamos com o velho e seus velhos vícios?

Essa reforma poderia ter apenas um artigo que a sustentasse, simples e claro: Não reeleger político algum que tenha ou teve mandato, nem eles ou seus afiliados políticos e familiares. Só a renovação geral de todos poderá ter o mínimo possível

 

Com o caos político está impregnado em todas as áreas do poder publico e isso afeta a vida de todos os brasileiros nas diversas necessidades da população. É possível imaginar o que seria mais trágico ao povo brasileiro; as praticas maléficas a sociedade do Brasil, ou os conflitos armados de alguns países?; A corrupção que tira recursos da saúde, matando milhares de pacientes nos hospitais públicos ou os terremotos cíclicos que acontecem em diversos países mundo a fora; a impunidade que protege os já condenados ou os tsunamis que matam e devasta tudo em seu caminho?; A falta de vontade política ou as guerras étnicas da África?. O que é nocivo a vida em outros lugares, causa  menos mal quantitativamente que as ações ou apatia política de muitos dos nossos estadistas.

O vício da  velha política está impregnado nos que estão no poder, com raras exceções há os que não comungam e nem participam dos grupos fechados que dominam as longínquas regiões do Brasil e os grandes centros urbanos. Há, e só desconfio!, um pacto entre os grandes senhores dos currais eleitoreiros para se usar sempre o mínimo possível das migalhas que sobram e é destinada ao povo. Pois a necessidade é a mãe da escravidão dos gratos e muitos senhores dos votos sabem disso e distribui esperanças a contra gotas  e favores periódicos a aquelas almas carentes que os sustentam nas urnas a cada dois anos.

O povo brasileiro, para se libertar, terá que tomar o país para ele.  E a maneira correta para que não haja violência ou prejuízos, é não votar  em políticos que estão no poder a vários mandatos ou em seus filhos, familiares e apadrinhados.  A renovação ou a reforma política terá que ser feita pelo próprio povo que sofre com suas  decisões conduzidas pelo simples fato de não gostar ou não se informar sobre a política, sua sociedade e o histórico dos candidatos que lhe são apresentados a cada eleição. Renovar é preciso.  

 


Publicado em 16/04/2015 às 09:15

Arapiraca: Babilônia, Sodoma ou Gomorra?

Recebemos denuncias que os contratados da cidade de Arapiraca ainda estão passando por problemas financeiros e que alguns estão recebendo a cada três meses apenas um dos meses atrasados e os outros são esquecidos. A fonte nos falou que muitos dos contratos são indicações de vereadores que para ter seus votos prometem essas vagas no poder municipal. E que os que recebem os salários, já descontados o INSS mas o valor não é repassado para o órgão federal, ainda foi relatado que muitos que adoecem e não pode ir ao trabalho, que segundo eles não remunerado ou remunerado parcialmente, são substituídos e quando voltam não tem o direito aos dias de licença.

As merendas das escolas estão sempre em falta ou incompleta e quando há são sucos ralos e meia dúzia de bolachas distribuídas para os alunos, sopa de chuchu e quiabo também já foi distribuídas como merenda aos filhos e filhas de Arapiraca.

Sobre a saúde, segunda a denuncia, não a como fazer tomografias em crianças com idade inferior a 02 anos. Pois os aparelhos para esse objetivo não está funcionando por problemas técnicos e estruturais e os pais tem que se deslocar até a Capital, com carros e ambulâncias inadequadas, para poder fazer os exames e aos cidadãos arapiraquenses que pesam acima de 100 quilos não tem como fazer esse exame, é que não há aparelho que suporte o peso desses pacientes. Com relação às fisioterapias do centro de reabilitação, os pacientes  não estão fazendo o tratamento adequado, como foram reduzidos o quadro de funcionários que antes eram de 22 e agora são 06.

Sobre o posto de saúde da antiga CHOAB, hoje Planalto, que não tem instalações adequadas para atender pessoas doentes, o mesmo não tem espaço, o calor é insuportável, e há médicos do programa Mais Médicos que não entendem o que os pacientes falar e nem tão pouco os pacientes entendem o que eles falam. Ainda eles relataram que em Arapiraca só existe uma neuropediatra e que ela já chegou a atender 40 crianças por dia. E onde fica a qualidade desse atendimento? Por mais preparada que seja é humanamente impossível que um medica, ou qualquer profissional, atenda com a mesma dedicação todos os pacientes. Quando, no Maximo, ela atende 12 pacientes por dia no consultório particular.

O estarrecedor é algumas pessoas afirmaram que há vereadores de Arapiraca que estão dividindo entre eles as consultas e exames do município e distribuído como se fosse eles que os donos da boa saúde de Arapiraca. Segundo as denuncias, os senhores que não tiveram os nomes relatados ainda, usam os exames e consultas desviadas da população para se promoverem e se fortalecerem nas colheitas bienais, campanhas. E ainda há quem pegue esses direitos do povo de Arapiraca e as comercializem pela metade do preço do mercado.

Nesse palco fica o povo. E seus gerenciadores, na platéia, ditam e regem o coral da perversão.  Compartilham desejos e subsídios que podem decidir quem morre e quem vive. Mas não faz a mínima diferença para eles, pois o que todos lá querem não tem nada a ver com o povo de Arapiraca. O Povo de Arapiraca está nas mãos do desgoverno e sendo maltratado por alguns daqueles que estão para fiscalizar o governo e protegem a cidade. Mas esses, se verdadeiras a denuncias, não merecem representar o povo, não representam o povo, são mercadores da morte e que em troca do poder brincam com a vida do povo arapiraquense. 


Publicado em 25/03/2015 às 11:03

Ética

Ética não vem pronta, não é um questionário para marcarmos certo ou errado, ela não é engessada, não é algo universal ou individual. A ética é uma escolha, é uma forma de liberdade e lei social que dita como queremos conviver mutuamente. É conceitos de inteligência compartilhada para facilitar a convivência humana. E só os seres humanos podem usufruir dela, só nós somos capazes de escolher, decidir e julgar por si mesmo. Esse padrão de reflexão humana distingue-nos dos outros animas e  direciona através da liberdade de escolha, o livre arbítrio.

Nós não nascemos sabendo e isso é inerente aos humanos, nós somos capazes de fazer o mundo tal qual ele o é, e isso é o dom dos homens e são essas escolhas e seus padrões éticos que ajudam a formar a sociedade. Os seres humanos em sua busca por pela evolução social formam seus códigos e seus conceitos éticos e a cada ciclo de gerações descobrem ou criam conceitos próprios ou redefinem os antigos.


“Tudo o que não puder contar como fez, não faça
- Immanuel Kant, o pai da filosofia crítica


 Não é aceitável  que um ser que pensa, que escolhe e julga  tomem decisões más e culpe o sistema, quando sempre haverá a possibilidade de escolher o lado do bem, isto é má fé. Culpar o meio ou as circunstâncias sem se quer pensar na liberdade de escolha. Isso é ignorar o bem, é jogar no lixo o que é bom.

Os valores complexos é sempre nossa missão.  A ética não é um dicionário que simplifica a vida, ela liberta e presenteia com todos os ônus que a liberdade cobra. Ser ético não é fácil, ela sempre nos mostra vários caminhos e nos cobra escolhas “Aquele que vive sem ter duvidas, eu duvido que ele tenha uma vida própria”.

Ela é de cada tempo; é um produto do seu tempo; assim como a água, que se adéqua a qualquer recipiente, a ética se adéqua ao tempo, espaço e costumes de um povo. Ela é e faz parte do tempo e do espaço de cada grupo social. Para ser ético é preciso abolição de alguns anseios, de muitos desejos que nos bate a porta a cada instante, pois vivemos a era do consumismo, a era do ter e do poder. E só podemos realizar esses desejos caso nenhum deles venham a intervir e/ou atrapalhar os direitos e desejos do meio em que convivemos. Ela não é individual ou universal, mas é social, temporal e coletiva.


Publicado em 16/03/2015 às 20:13

Velhos Vícios

A velha política caducou, não há mais nada para oferecer, estancaram no assistencialismo e protecionismo político, no comodismo e no vício dos seus adeptos e eleitores fiéis aos favores pessoais. Os chefes de grupos políticos praticam a despolitização, a desinformação dos direitos humanos e sociais.

Serviços essenciais, que por lei a obrigação é do estado, ele não os oferecem, enquanto são desviados por aproveitadores. Assim quando o cidadão precisa do serviço, não é do estado que ele recebe e sim do espertalhão que desviou do próprio povo para entregar a ao povo o que é dele mesmo, para que o carente lhes deva e pague com o voto. A velha política ainda resiste e é exercida com fervor e devoção. Nesse universo, os ásperos guerreiros do sistema e os zumbis assistidos, formam uma barreira intransponível em sua cruel ascensão ao poder. Os caciques locais ainda rodeiam as urnas, agora eletrônicas, com as armas assistencialistas e suas amnésias temporárias, pós-eleição.

Em datas comemorativas! Os festivais de cestas básicas e as distribuições de peixes ao povo faminto, induzem e conduzem uma geração ao vício da esperar de uma caridade contínua. Roubam-lhes o poder de agir com suas próprias mãos e tiram-lhes a vontade de vencer. A indústria da fome é milionária e os exércitos de famintos se multiplicam. Nos seus rostos o semblante do desespero; na cabeça uma dor quase esquecida; e nas mãos sacolas que lhes garantem alguns dias sem fome.

Mas a fome que eles carecem não é apenas de comida, outros alimentos nutrem os homens e mulheres, outros nutrientes que fortaleçam a dignidade humana. Outros nutrientes e não apenas rações periódicas, tapinhas nas costas e sorrisos frouxos.

 

 


Publicado em 12/03/2015 às 18:44

Será que o Brasil tem jeito?

 No inicio da colonização brasileira, talvez para se defender e dá o troco em negociações mal sucedidas, muitos dos índios da costa brasileira praticavam a Tapiragem, uma técnica que alterava o colorido original das penas de aves que eram moedas de troca nas negociações com os europeus. Após a chegada de Dom João VI e toda a corte portuguesa, vários relatos da cobrança de caixinhas nas concorrências e nas prestações de serviços para órgãos públicos, cobradas é claro por servidores do estado. Muitos casos de desonestidade acompanharam a história do povo brasileiro e na maioria das vezes ladeada de políticos, empresários e um esperto que quer favorecer alguém e a si.

Esses interesses não tão comuns aos padrões de honestidade sempre dividiu o poder, os seres que estão no poder, os seres que querem voltar ao poder e aqueles que querem acreditar em quem está no poder. A simbiose entre o estado e a sociedade causa uma relação perturbadora e atraente para alguns, e quando esses alguns se fortalecem na união e troca de favores fica mais fácil a pratica de atos ilícitos. Até Pero Vaz de Caminha tirou uma casquinha do nepotismo.

Passamos um período ditatorial, onde muitos chefes de estado brigavam insanamente contra a corrupção e nas sobras dos corredores abraçavam-na e repartia os espórios que seus subordinados com suas almas e mãos sujas acabara de reunir.

Uma redemocratização, que nunca chegou, trouxe novos escândalos e mostrou a criatividade dos políticos corruptos e seus cúmplices, uma aliança frutífera com o intuito de desviar recursos e enriquecer a qualquer custo e no menor tempo possível.

Enquanto homens e mulheres, submissos aos corruptos, ocuparem cargos públicos; enquanto candidatos a qualquer cargo deverem favores a corruptos, a seus aliados, e protetores; enquanto o trabalhador brasileiro se hipnotizar com propagandas enganosas e o glamour fictício dos malandros e espertos; enquanto o povo brasileiro se embriagar com jeitinho e a vantagem por mais simples que seja. O Brasil ficará dividido entre aqueles que defendem lado “A”, os que defendem o lado “B” e uma minoria que querem apenas limpar o país de todos os corruptos.