29/10/2018 12:57 - Atualizado em 29/10/2018 13:00

Jair Messias Bolsonaro, uma faca de 'dois' gumes

 

Para aqueles que foram as urnas, neste dia 28 de outubro de 2018, e derrotaram Fernando Haddad com mais de 55% (cinquenta e cinco por cento) dos votos, somando quase 58.000.000 (cinquenta e oito milhões) de pessoas que foram as urnas triturar o candidato do presidiário Lula da Silva, elegendo o “MITO” Jair Messias Bolsonaro, como era chamado no decorrer da campanha, uma certeza eles tem. Irão fazer o PT do Zé Dirceu, Dilma Roussef, Gleisi Holffmann, Lindberg Farias e tantos outros políticos “patifes” Brasil afora, repensarem todas as “merdas” realizadas ao longo do tempo, como disse o Senador Cid Gomes, em determinado momento da campanha do presidenciável Haddad e sua vice Manuela.

É público e notório que a sociedade brasileira desprezou no primeiro momento (grandes nomes) todos postulantes a cadeira de Presidente da República e esticou os olhos aos candidatos que se colocaram nas extremidades da política. Um, defendendo a “democracia” que ao longo dos anos foi confundida pelos PTistas, como se fosse o quintal da casa deles e, fazendo uso dela, promoveram a maior festa com dinheiro público já vista pelo mundo em detrimento da economia do Brasil e o Outro, polêmico, admirador de nomes nocivos a democracia brasileira, que “inteligentemente” ouviu os reclames da sociedade, pregou austeridade, prometeu dar segurança ao povo e... pum, caiu na graça do povo e se elegeu Presidente da República Federativa do Brasil, cargo que jamais imaginou ocupar em toda sua vida.

O que se sabe é que Jair Messias Bolsonaro, o “MITO”, terá um “abacaxi podre” para descascar e “degustar” fazendo uso de seus atributos e com seu jeito rude de ser “obedecer” a Constituição Federal, os Instrumentos Internacionais a Legislação Complementar, “ajustar” acordos entre partidos políticos, etc. e, assim, promover um festival de “doces e salgados” capazes de produzir no sistema psicológico dos brasileiros a sensação real de segurança jurídica, bem estar sócio econômico, garantindo-lhes acima de tudo “segurança pública”.

A partir de agora, resta a sociedade eleitoreira relaxar e esperar o desenrolar dos acontecimentos. Tem-se quatro anos pela frente para o “MITO”, dizer para que chegou.