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21/11/2017 06:09 - Atualizado em 21/11/2017 06:11

Arapiraquenses se apresentam na edição de 10 anos do Festival Maiones

 

No começo dos tempos, lá por 2005, o Festival Maionese majoritariamente acontecia nos meses de maio. Mas houve um hiato literário entre a constância do evento e os próprios meses.

Esta que é uma verdadeira vitrine da música alternativa de Alagoas e do Brasil volta agora neste sábado, dia 18 de novembro, a partir das 16h, após três longos anos de silêncio ponderado.

Com este novo fôlego, 16 bandas foram escaladas, sendo elas de São Paulo, Bahia, Mato Grosso, Pernambuco, Sergipe, Maceió e Arapiraca.

O line up oficial conta com Hateen (SP); Wado (AL/Mcz); Vivendo do Ócio (BA); Mopho (AL/Mcz); Macaco Bong (MT); Karne Krua (SE); Autopse (AL/Mcz); Kalouv (PE); Amandinho (AL/PE); Capona (AL/Arapiraca); Família 33 (AL/Mcz); Raiva (AL/Mcz); Pormenores (AL/Murici); Katty Winne (AL/Mcz); Quiçaça (AL/Arapiraca); e Yo Soy Tono (AL/ Mcz).

“Resolvemos fazer uma seleção de bandas que apresentassem uma certa representatividade do cenário musical atual em nosso estado. Afinal, das 16 bandas, 11 são daqui. Temos em Alagoas uma diversidade de estilos alternativos imensa e estamos celebrando isto neste 10 anos de evento. Há rap, reggae e rock. Vai ser lindo!”, diz Isadora Magalhães, fotógrafa arapiraquense envolvida em toda esta movimentação.

O “Maionese X” – como está sendo carinhosamente chamado – é uma realização do coletivo Popfuzz, tendo sido contemplado no edital de Lei de Incentivo Cultural Prêmio Eris Maximiano.

O evento

Um evento é um acontecimento. Algo único. E é assim para todas as manifestações que acontecem neste plano terreno. Por isso, o Festival Maionese vai realizar neste sábado a sua 10ª edição querendo que este seja um momento a ser plenamente vivenciado por quem for ouvir e presenciar tudo.

Haverá, portanto, um estrutura maior com dois ambientes: o Palco Marcelina (que será no Rex Jazz Bar) e o Palco Hermeto Pascoal (no Kfofo, ambos no tradicional bairro de Jaraguá). A entrada se dará pelo Rex Jazz Bar, na Rua Sá e Albuquerque, com ingressos a R$ 30.

E a banda arapiraquense Quiçaça, que lançou este ano o EP “Jurema”, será um dos destaques do cast. “A expectaviva está sendo muito boa! Somos um grupo de reggae rural e é, de certo modo, uma vitória estar num ambiente alternativo como esse. Estamos lisonjeados por termos tão pouco tempo de banda e já conseguir expandir os horizontes”, diz o percurssionista Ricardo Evangelista.

Já o powertrio arapiraquense Capona toca no evento pela segunda vez, mas estreando agora o baixista Victor Hugo. “Além disso, estamos com um novo álbum na praça, o ‘Atom Heart Auto’, e vamos apresentar boa parte das músicas dele no Maionese”, adianta o baterista André “Sarda” Evangelista, já se aquecendo.


Ascom  


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