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02/11/2018 18:07 - Atualizado em 02/11/2018 18:09

Caro e sem utilidade, Ministério do Trabalho deve perder status de 1º escalão

 

Transformada em repartição praticamente sem utilidade, o Ministério do Trabalho pode estar com os dias contados. Estudos sobre a mesa da equipe que assessora o presidente eleito Jair Bolsonaro recomendam, senão a extinção, ao menos a perda de status do ministério que virou antro de escândalos de corrupção.

A tendência seria sua redução a Secretaria do Trabalho, subordinada ao ministério de Paulo Guedes. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Além de Fazenda, Planejamento e Desenvolvimento Industrial, o futuro ministro Paulo Guedes também responderia pela área do Trabalho.

Há anos o ministro do Trabalho apenas divulga a cada mês o Caged, levantamento sobre queda ou alta de empregos de carteira assinada.

O Ministério do Trabalho custa quase R$2 bilhões por ano e apenas favorece negociatas como a venda de cartas de criação de sindicatos.

O novo governo deve reforçar fiscalização, a cargo de auditores do trabalho lotados nas delegacias regionais do trabalho (DRTs).



Diário do Poder 


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