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21/05/2020 11:16 - Atualizado em 21/05/2020 11:17

CRM de Alagoas quer a liberação da cloroquina no SUS

 

Após o Ministério da Saúde autorizar o uso do cloroquina para pacientes com sintomas leves de Codiv-19, o Conselho Regional de Medicina em Alagoas (CRM/AL) afirma que vem sem empenhando para implantar o protocolo de atendimento nas unidades públicas e privadas em todo estado.

Representante da entidade, o médico Fernando Pedrosa reforçou a eficiência do medicamento no tratamento precoce da doença e destacou os resultados positivos do uso da Cloroquina em tratamento feitos contra a malária. Essa postura do Conselho de Medicina de Alagoas é contrária a adotada pela Sociedade Alagoanas de Infectologistas (SAI).

Segundo Pedrosa, “a cloroquina age na fase de duplicação viral, ela vai evitar que o vírus se multiplique, evitando as complicações. Usar nas fases terminais é tardio. Então, quando a pessoa apresentar sintomas, já deve tomar”.

Ele ressaltou que o CRM vinha atuando para fazer buscar a liberação do uso do medicamento em Alagoas, inclusive fazendo críticas ao Governo do Estado diante do protocolo adotado de alertar aos pacientes sobre os efeitos colaterais provocados com o uso da Cloroquina.

O Ministério da Saúde, no protocolo anterior, publicado em março, liberou o uso da cloroquina somente em pacientes em estado grave em função do coronavírus. O medicamento era fornecido como complemento a outros métodos utilizados no tratamento de pessoas com COVID-19, como assistência ventilatória, que nada mais é que o uso dos respiradores.

Com o novo protocolo, casos leves de coronavírus poderão ser enfrentados com a cloroquina, mediante assinatura de um termo de consentimento por parte do paciente. O documento, no entanto, ressalta que não há garantia de resultados positivos e que não há estudos que comprovam a eficácia do medicamento.


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