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18/08/2018 14:07 - Atualizado em 16/08/2018 14:09

Governo deixa Alagoas com a segunda maior taxa de desocupados no trimestre

 

Alagoas tinha a segunda maior taxa de desocupação entre as unidades da federação no segundo trimestre de 2018, conforme revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicídio (PNAD Contínua), divulgada nesta quinta-feira (16), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os números mostram que 17,3% da população economicamente ativa estava desocupada no segundo trimestre deste ano no estado. A maior taxa foi registrada no Amapá (21,3%). Atrás de Alagoas estavam Pernambuco (16,9%), Sergipe (16,8%) e Bahia (16,5%), todos do Nordeste.

As menores taxas de desocupação foram observadas em Santa Catarina (6,5%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rio Grande do Sul (8,3%) e Mato Grosso (8,5%). No Brasil, a taxa de desocupação foi de 12,4%.

O percentual de pessoas desalentadas (em relação a população na força de trabalho ou desalentada), no segundo trimestre de 2018, ficou em 4,4%, a maior da série histórica. Entre as unidades da federação, Alagoas (16,6%) e Maranhão (16,2%) tinham a maior taxa de desalento e Rio de Janeiro (1,2%) e Santa Catarina (0,7%), a menor.

A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho adequado, ou não tinha experiência ou qualificação, ou era considerado muito jovem ou idosa, ou não havia trabalho na localidade em que residia - e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Ela faz parte da força de trabalho potencial.

No 2º trimestre de 2018, 74,9% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, 0,9 p.p. a menos que no 2º trimestre de 2017. O maior percentual de empregados com carteira estava na Região Sul (82,9%) e o menor estava no Nordeste (59,9%).

As unidades da federação com os maiores percentuais foram Santa Catarina (88,4%), Rio de Janeiro (82,3%) e Rio Grande do Sul (82,0%), e as menores ficaram com (Maranhão (50,2%), Pará (55,4%) e Paraíba (55,9%). Entre os trabalhadores domésticos, 29,4% tinham carteira de trabalho assinada. No segundo trimestre de 2017, a proporção era de 30,6%.



Gazetaweb
 


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