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29/07/2020 12:38 - Atualizado em 29/07/2020 12:43

MVV, mais uma vez, é vítima de políticos que desejam manipular a opinião pública

 

O Deputado Federal Paulo Fernando dos Santos, o Pulão do PT, entrou com ação no Ministério Público Federal (MPF) contra a Mineradora Vale Verde. Na denúncia ele afirma que a mineradora invadiu terras quilombolas no município de Arapiraca, em Alagoas, para desenvolver a exploração de minérios. Porem a MVV – Mineradora Vale Verde, já havia emitido Nota mostrando a real situação.

Paulão, conhecido pela Operação Taturana, chegou a ser condenado em segunda instância por desvio de dinheiro público quando atuava na Assembleia Legislativa. Talvez, neste momento politico, o deputado esteja buscando holofotes para seus afiliados políticos ou para pré-candidatos de seu partido, o PT, responsável pelo maior escândalo de corrupção da história do Brasil.

A Mineração Vale Verde (MVV), este ano, foi citada por um vereador da cidade de Craíbas-Al por irregularidades, naquele momento a população se revoltou causando o silêncio do vereador. Leia a Matéria. Agora a MVV é usada mais uma vez como trampolim eleitoral para político que, talvez desesperados, tentam, de todas as formas, conquistar a atenção da população. População esta que na era ca informação digital, já conhece o histórico de cada um deles.

NOTA
A Mineração Vale Verde (MVV) iniciou nesta semana atividades de sondagem geológica na comunidade rural Carrasco, em Arapiraca-AL, a cerca de 7 km do Projeto Serrote. Antes do início deste trabalho, a empresa obteve a autorização dos proprietários dos terrenos e o licenciamento ambiental do órgão para realizar a sondagem, de acordo com o que preconiza a Portaria Interministerial nº 60, de 24 de março de 2015.

As equipes da empresa estão realizando pesquisa mineral, com o objetivo de coletar amostras de minério na superfície. É importante esclarecer que as sondagens atuais representam apenas estudos iniciais investigativos, não significando, necessariamente, qualquer confirmação de potencial mineral para lavra no local.

Em respeito à Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e, em linha com a Política de Direitos Humanos da empresa, a MVV está iniciando o diálogo estruturado com a comunidade quilombola do sítio Carrasco, tal qual já ocorre com os moradores e representantes das comunidades próximas às instalações do Projeto Serrote.

A empresa reitera que está executando suas atividades dentro das conformidades legais aplicáveis e reafirma o compromisso de todas as suas equipes com a boa convivência e o desenvolvimento social dos territórios dos quais faz parte.

Ainda em abril deste ano, antes do pico de obras, a Mineração Vale Verde (MVV) bateu sua meta empregando diretamente 1.200 pessoas no Projeto Serrote. O intuito era conseguir esta marca apenas neste início de segundo semestre de 2020.

De acordo com o relatório deste mês de junho do Quadro de Pessoal Geral, elaborado pelo setor de Recursos Humanos (RH) da MVV, a empresa está atualmente com cerca de 1.500 pessoas trabalhando na implantação do Projeto. Isto é, 300 a mais do que o previsto no pico de obras.


Situado em AL, o Projeto Serrote tem a pretensão de utilizar pelo menos 70% de mão de obra local - 1.500: MVV atinge 300 empregos a mais que o previsto no pico de obras

Isso deveu-se, principalmente, pela sobreposição das atividades das obras civis, tendo a empresa M. Roscoe à frente, aliadas as de montagem eletromecânica, com a Milplan. Lembrando também que a expectativa de 1.200 trabalhadores foi uma estimativa, pois o quantitativo de pessoal real é de responsabilidade das empresas contratadas, que dimensionam a mão de obra conforme estratégia construtiva.

O empreendimento, que fica entre as cidades de Arapiraca e Craíbas, tem como mantra conseguir pelo menos 70% de mão de obra local dentro de seu quadro.
Outro importante dado no relatório apresentado é que eles já são mais de 65%, o que representa, em miúdos, que dois em cada três empregados da MVV são alagoanos. Entendem-se por “mão de obra local” os trabalhadores que residem em até 45 km do Projeto, abarcando a região agrestina de Alagoas.

Genival Silva
 


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Comentários 1

André Rebouças

29/07/2020 às 13:19

Jornalismo também é pesquisa e, nesta matéria, ficou faltando pesquisar o que é a Convenção 169 da OIT. Ela diz que qualquer atividade feita em terras de comunidades tradicionais, seja indígena ou quilombola, a empresa deve dialogar com a população local. Isso não aconteceu no sítio Carrasco. Tanto que a comunidade, com o apoio do Conepir já denunciou a situação ao MPF. De nada.