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05/12/2017 10:49 - Atualizado em 05/12/2017 10:50

Temer deve se consolidar como o melhor presidente do país nos últimos 30 anos

 

Porque a Rede Globo se empenhou tanto em destruir a imagem de um presidente? Esta é uma das primeiras perguntas que todo brasileiro deveria se fazer antes de julgar Michel Temer. A questão é bem mais profunda do que muitos podem supor. Há décadas, Temer convive bem de perto com os maiores desafios do país e idealizou uma série de soluções que nunca conseguiu colocar um prática durante os governos de Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma.

Deputado Federal (Constituinte), 1987-1991, Temer presidiu a Câmara dos Deputados três vezes entre 1997-1998, 1999-2000, 2009-2010. Desde seu primeiro mandato como Deputado Federal em 1993, participou como titular das mais importantes comissões da Câmara, como Constituição e Justiça e de Cidadania, Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, Direitos Humanos, Finanças e Tributação, Fiscalização Financeira e Controle.

Temer garantiu a aprovação dos projetos mais importantes para o Brasil ao longo das últimas décadas e desempenhou papel crucial na aprovação da Constituição Cidadã, do Plano Real, da Lei de Responsabilidade Fiscal, da Lei de Delação Premiada e da Lei da Ficha Limpa. Antes disso, quando era secretário de Segurança Pública do governo paulista, Temer foi o criador da primeira delegacia da Mulher no Brasil em 1985, Vinte e um anos antes da entrada em vigor da Lei Maria da Penha.

O advogado especialista em direito constitucional é reconhecido como a maior autoridade mundial sobre a Constituição Brasileira. Seus livros são obrigatórios nos cursos de direito constitucional e elogiados por mais de 450 mil leitores. Não foi por acaso que Lula o escolheu como vice de Dilma. O petista acreditava que sua inciada teria juízo e ouviria os conselhos do experiente parlamentar. Mas a arrogância e falta de humildade de Dilma a impediu de seguir os insistentes apelos de seu vice. Até que chegou o momento em que Temer precisou tomar as rédeas do país para evitar uma catástrofe irremediável.

Logo que surgiram os primeiros vazamentos propagados pela Rede Globo sobre a delação dos criminosos da JBS, uma fala de Temer chamou a atenção: "Jamais colocaria a minha biografia em risco". O presidente, apesar de aconselhado por seus ministros a renunciar, agiu com firmeza, desafiou a campanha covarde da Rede Globo e afirmou que a verdade sobre a armação sórdida para derrubá-lo iria prevalecer.

A maior conspiração da história da República ocorreu em um momento bastante delicado da vida do país. Temer se empenhava em livrar o Brasil da pior recessão de sua história e os indicadores econômicos começavam a apresentar os primeiros sinais de recuperação. Mas a dupla Janot e Joesley, em parceria com a Rede Globo, não estavam preocupados com a vida de 209 milhões de brasileiros e paralisaram o país por mais de seis meses, causando prejuízos bilionários a toda a sociedade.

O MITO DAS EMENDAS PARLAMENTARES: Os meios de comunicação fizeram de tudo para destruir a imagem de Temer. Mentiram sobre o mecanismo das emendas parlamentares, induzindo o povo a acreditar que o presidente torrou bilhões do contribuinte para barrar as denúncias feitas por Rodrigo Janot. Qualquer pessoa minimamente esclarecida sabe que as emendas parlamentares estão previstas na Lei Orçamentária Anual na qual os representantes do Poder Legislativo podem reservar uma parcela do orçamento da União para projetos em seus redutos eleitorais, como construção ou reformas de creches, escolas, hospitais, estradas e pontes. As emendas parlamentares são aprovadas de acordo com as necessidades dos municípios e regiões e os parlamentares lutam por estes recursos para garantir votos em suas bases eleitorais.

Os governos, em qualquer país democrático, usam a liberação de emendas parlamentares para garantir a aprovação de projetos de seu interesse. De todo modo, todos os recursos previstos para as emendas parlamentares devem ser liberados no ano, pois são gastos já previstos no orçamento. A imprensa simplesmente deturbou o funcionamento deste mecanismo para insinuar que Temer gastou bilhões do povo para se manter no cargo, quando na realidade, seria até bom para o país que pudesse liberar dez vezes mais emendas parlamentares. O dinheiro destinado aos projetos previstos nas emendas irrigam a economia de todas as regiões do país, geram emprego e melhoram a qualidade dos serviços públicos.

Por outro lado, as denúncias apresentadas pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot, o mesmo que blindou Lula, Dilma e o PT por mais de quatro ano, tinha um propósito bastante cruel. Independente de ter provas ou não sobre o teor das denúncias, Janot usou a PGR para derrubar o presidente. Caso Temer não tivesse domínio sobre o Congresso, caso a oposição contasse com a maioria dos parlamentares, a denúncia de Janot seria aceita pela Câmara dos Deputados. Com isso, Temer seria automaticamente afastado do governo por seis meses, até que o STF analisasse as denúncias. Na prática, Janot poderia denunciar Temer por ter cuspido no chão. Bastava que a Câmara acolhesse a denúncia para que fosse afastado do cargo. Ao cabo de seis meses, o STF julgaria a denúncia improcedente e Temer poderia retomar o posto de presidente.

Mas o estrago na economia do país seria devastador. A irresponsabilidade com que Janot e a Globo usaram os criminosos Joesley Batista, Ricardo Saud e Wesley Batista para derrubar um governo e prejudicar toda uma nação é um fato de jamais deve ser esquecido pelos brasileiros e que ainda terá muitos fatos novos esclarecidos com o passar dos tempos. Graças à persistência, tenacidade e convicção de Temer, o Brasil escapou de se tornar uma República do Judiciário baseada do falso moralismo que se revelou uma mera jogada de marketing. Houve no país uma tentativa de destruir a classe política e colocar no poder um grupo de sujeitos supostamente puros. Hoje se sabe que os 'mocinhos' não são assim tão santos. O sonho acabou e o país teve que reaprender que não há saída para a democracia fora da política.

Temer lutou contra todas estas forças poderosas, resistiu ao ataque de setores ocultos que foram duramente afetados por sua gestão, como os donos das grandes fortunas, que deixaram de faturar seus bilhões com a inflação e juros altos. Empresários gananciosos perderam o acesso aos financiamentos generosos do BNDES. Meios de comunicação perderam fatias significativas das verbas publicitárias da Secretaria de Comunicação Social da Presidência coordena as ações de comunicação governamental (SECOM). Mais de 14 mil sindicatos foram afetados com o fim do imposto sindical obrigatório. Artistas e produtores perderam suas mamatas na Lei Rouanet.

A elite dos beneficiários da Previdência e do funcionalismo público que viram seus privilégios ameaçados com o projeto de limitação do teto de remuneração das aposentadorias. Os líderes de movimentos sociais foram duramente atingidos pelo corte de repasses de verbas federais. Milhares de ocupantes de cargos comissionados na administração federal foram demitidos. Quase trinta mil funcionários de estatais foram desligados através de programas de demissão voluntária e novas contratações foram fechadas. Até mesmo os concurseiros profissionais que sonhavam em ingressar no serviço público recebendo salários de até R$ 30 mil em início de carreira viram seus planos frustrados e terão que se contentar com um salário inicial compatível com os pagos pela iniciativa privada.

Toda essa gente tem motivos de sobra para odiar o presidente Michel Temer. O problema é que estas pessoas e grupos continuam atuando nos meios de comunicação e nas redes sociais no sentido de influenciar os demais brasileiros. Temer resistiu a forças poderosas, mas não conseguiu se livrar do resultado do processo de destruição de sua imagem perante a opinião pública.

Mesmo sendo reconhecido por seus méritos entre as pessoas mais esclarecidas, o presidente se tornou vítima do falso moralismo de boa parte da população, que engoliu a campanha movida por setores da imprensa e do judiciário para destruir a classe política. Temer é um político raro. Apesar de não ter sido alvo de nenhum processo ao longo de seus mais de 40 anos de vida pública, o presidente foi duramente massacrado pela máquina de destruição de reputações controlada por grupos saudosos dos tempos do PT de Lula e Dilma, envolvidos em centenas de denúncias vergonhosas. Os brasileiros menos instruídos, mesmo beneficiados pela redução da inflação, dos juros e tendo se livrado da maior recessão da história, caíram feito patinhos na vergonhosa conspiração contra o presidente que livrou o país das mãos dos bandidos do PT. Muitos agora têm vergonha em admitir que foram manipulados.

O fato é que Michel Temer está bem próximo de se consolidar como o melhor presidente do Brasil nos últimos 30 anos. Os indicadores de seu governo, em muitos aspectos, são os melhores em 30 anos. Sua eficiência em aprovar projetos importantes sob o ponto de vista da reforma estruturante do Estado é a mais extraordinária, se comparada à de seus antecessores. Em pouco mais de um ano, Temer aprovou mais projetos importantes para o país do que seus seis antecessores juntos. 2018 tem tudo para ser um ano bastante promissor para todos os brasileiros. As expectativas alvissareiras para a economia, para a geração de empregos e a manutenção da inflação e dos juros baixos deve alavancar o crescimento do país para mais de 3%, após uma devastadora sequência negativa do PIB.

É certo que muitos irão relutar em reconhecer os méritos do atual presidente, que sacrificou a própria saúde ao adiar uma desobstrução das artérias para aprovar projetos relevantes para o país. Temer tem se dedicado diuturnamente a aprovar a reforma da Previdência que tem como meta principal acabar com privilégios dos ricos e garantir os benefícios para gerações futuras. Um feito extraordinário que garantirá ao país uma situação confortável para atrair novos investimentos. Os efeitos positivos de seus feitos ainda serão sentidos nos próximos anos e seu sucessor na Presidência herdará um país preparado para crescer. Mas dificilmente um presidente conseguirá realizar tantas reformas como Temer. Quando disse que "Jamais colocaria a minha biografia em risco", Temer não informou que pretendia acrescentar tantos feitos à sua biografia.


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