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Moradores do Cais do Porto, em Fortaleza, reclamam de demora na entrega de creche em reforma

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Moradores do Cais do Porto, em Fortaleza, reclamam de demora na entrega de creche em reforma

A comunidade do bairro Cais do Porto, em Fortaleza, tem cobrado agilidade na conclusão da reforma da creche Maria Ferreira Dias, localizada na avenida Zezé Diogo. O equipamento, entregue ainda em 2022 pela gestão anterior, está fechado para intervenções estruturais que, segundo os moradores, já se estendem por tempo demais. Enquanto isso, dezenas de crianças seguem sem atendimento, e pais e responsáveis enfrentam dificuldades para conciliar trabalho e cuidados com os filhos.

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Dona Ivandir Rodrigues, moradora do bairro e avó de crianças que frequentam a unidade, relata a importância do equipamento para as famílias da região. “Tem muita mãezinha que não está indo trabalhar porque não tem ninguém que fique com os filhos. E tem muitas delas que não têm condições de pagar uma pessoa”, lamenta. Para ela e tantos outros moradores, a creche representa não apenas um espaço de educação, mas uma chance real de autonomia para os pais.

A Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf), informou que a creche passa por reformas necessárias devido aos danos causados pela maresia. Ainda segundo a gestão, a troca do telhado já foi concluída e a previsão é de que as aulas sejam retomadas na próxima semana. No entanto, moradores que acompanham o andamento da obra afirmam que o telhado ainda não está finalizado e que a estrutura continua incompleta.

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O receio da comunidade é de que o prazo seja mais uma vez descumprido e que a entrega do equipamento atrase ainda mais. A creche, que deveria estar funcionando a pleno vapor, permanece sem previsão concreta para voltar a operar normalmente. A desinformação e a demora aumentam a sensação de descaso entre os moradores, que se sentem abandonados pelas autoridades.

Uma das principais reivindicações da população é a realocação temporária das crianças para outra unidade próxima, enquanto a obra é finalizada. “Por que não coloca essas crianças em outra creche?”, questiona uma moradora. “Se fizessem isso, as mãezinhas trabalhariam e ganhariam os pães de cada dia delas.” Enquanto a obra segue, resta para a comunidade a espera — e a esperança de que a creche volte a cumprir seu papel essencial o quanto antes.

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Fonte: gcmais.com.br