O presidente do Banco do Nordeste (BNB), Wanger de Alencar, projetou que a instituição poderá alcançar entre R$ 75 bilhões e R$ 76 bilhões em contratações ao longo de 2026. A estimativa foi apresentada durante entrevista exclusiva concedida aos jornalistas Miguel Anderson Costa e Iva Soares, no programa Balanço Geral Ceará Manhã, da TV Cidade Fortaleza, na manhã desta sexta-feira (23).
Ao comentar o cenário econômico para o próximo ano, Wanger afirmou que a projeção é de expansão e crescimento, impulsionado pelo desempenho recente do banco. Segundo ele, em 2025 o BNB atingiu cerca de R$ 68 bilhões em contratações e a expectativa é ampliar esse volume. “Se nesse ano nós fizemos aí, em contratação, 68 bilhões de reais, obviamente que a gente quer buscar fazer um pouco mais, fazer uns 75, 76 bilhões. Essa é a pegada”, afirmou ele.
O presidente destacou que o aumento nas contratações está diretamente ligado ao papel estratégico do Banco do Nordeste no desenvolvimento regional. De acordo com Wanger, a instituição precisa atuar de forma ativa para estimular a economia. “A gente precisa influenciar nossa economia. A gente precisa disponibilizar recursos para que as pessoas possam produzir, gerar emprego, gerar satisfação, gerar bem-estar na sociedade”, declarou.
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Wanger de Alencar reforçou ainda que a missão do BNB vai além do financiamento, tendo como foco central a geração de empregos e o desenvolvimento socioeconômico da região atendida pelo banco. “Eu acho que esse é o grande papel do Banco do Nordeste, gerar emprego. A gente não foge da nossa missão, da nossa missão de desenvolver”, disse ainda.
Atuação do BNB
Ainda durante a entrevista, Wanger assinalou que o BNB tem uma identidade própria. Segundo ele, trata-se de um banco que, além de buscar resultados, tem como foco central “melhorar a vida de muita gente”, atuando como banco de fomento e de desenvolvimento.
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Ao fazer um balanço da atuação recente, Wanger de Alencar afirmou que o banco vem batendo recordes consecutivos. Apenas em 2025, segundo ele, foram injetados R$ 68 bilhões na economia nordestina. “Tudo que a gente faz é em prol do Nordeste, em prol da população, da inclusão social, da produtividade e do fomento”, afirmou. Desse total, R$ 21 bilhões foram destinados exclusivamente à microfinança, por meio dos programas Crediamigo e Agroamigo.
Wanger também destacou a responsabilidade institucional do banco em direcionar recursos para áreas estratégicas. De acordo com ele, 50% dos recursos do FNE são aplicados no semiárido nordestino, região que representa cerca de 10% do território nacional, e 62% do volume total é direcionado a setores considerados prioritários. “São números grandiosos que dão orgulho da empresa que a gente tem e do papel que a gente faz na sociedade”, disse.
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Outro ponto abordado foi a forte atuação do BNB no financiamento de energias renováveis. O presidente afirmou que o banco se consolidou como principal financiador de projetos de energia eólica e solar no Nordeste, além de estar presente nos investimentos voltados ao hidrogênio verde. “A gente costuma dizer que somos o banco da energia renovável no Nordeste”, afirmou.
Wanger de Alencar também enfatizou a capilaridade do Banco do Nordeste, presente em 2.074 municípios, com cerca de 300 agências e mais de 1.400 pontos de atendimento, incluindo unidades do Crediamigo e do Agroamigo. Segundo ele, mais de 4,2 milhões de clientes são atendidos diretamente pelos programas de microfinanças.
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Fonte: gcmais.com.br











