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“Foi um momento de desespero”, relata pai de criança socorrida com parada respiratória em Fortaleza

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“Foi um momento de desespero”, relata pai de criança socorrida com parada respiratória em Fortaleza

O pai da criança de quatro anos que sofreu uma parada respiratória após se engasgar na noite de terça-feira de Carnaval (17), no bairro Parquelândia, em Fortaleza, afirmou que a filha já apresenta melhora no quadro clínico e aguarda alta hospitalar.

A menina foi socorrida por guardas municipais após o pai procurar ajuda no Centro Integrado de Segurança de Fortaleza, localizado em frente à residência da família, na Rua Padre Guerra. Desesperado ao perceber que a filha estava sem conseguir respirar, ele correu até a base da corporação para pedir auxílio.

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O advogado Francisco Nogueira contou que a família tentou realizar a manobra de Heimlich em casa, mas a criança não reagiu. Segundo ele, o momento foi de tensão. “Nós tentamos fazer aquela manobra de Heimlich, que é aconselhada para esses momentos de engasgo, mas ela não estava reagindo e aí foi um momento de desespero e eu acorri descalço aqui ao portão da Guarda Municipal”, relata.

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Criança com parada respiratória é socorrida a tempo em Fortaleza

Ele também agradeceu aos agentes que participaram do atendimento e citou nominalmente parte da equipe. “Vieram alguns heróis que eu quero ressaltar na presença do inspetor Martins, do subinspetor Josenei e dos outros três que eu não me recordo o nome agora. Mas foram heróis que ajudaram a mim e a minha esposa a abrirmos a boca da nossa filha e nos levaram até o IJF, onde nos levaram de uma maneira muito, muito rápida”, afirma Francisco.

Para ele, a presença da equipe no local durante o feriado foi determinante para o desfecho do caso. “Nós percebemos que foi um alinhamento de bênçãos de Deus, de eles estarem aqui, porque terça-feira de Carnaval eles não iriam estar aqui. Quero agradecer a Deus e a esses instrumentos dele, que foram os guardas municipais.”

Criança foi levada ao IJF e passou por atendimento na sala vermelha

Após os primeiros socorros realizados pelos guardas municipais, a criança foi encaminhada com prioridade ao Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro da Capital, onde recebeu atendimento na sala vermelha.

Conforme relato do pai, a família ainda busca esclarecer o que provocou o engasgo. Ele explicou que a filha estava gripada e havia ingerido alimento pouco antes do episódio.

“Nós estamos investigando, mas ela possivelmente tenha sido a questão da gripe, que ela estava com uma crise de garganta e juntou a situação com uma ingestão de cuscuz, então ficou possivelmente aquela, vamos dizer, baba na garganta, um tipo de secreção e impediu que respirasse”, detalha.

De acordo com as informações repassadas anteriormente pela equipe que atendeu a ocorrência, a criança chegou ao hospital em estado grave, apresentou parada respiratória e episódio convulsivo, sendo necessária a intubação para estabilização do quadro.

Horas depois, o pai retornou à sede da corporação para agradecer o atendimento e informou que a filha permanecia estável, sob cuidados médicos. Agora, a família aguarda a liberação hospitalar.

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Fonte: gcmais.com.br