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Fortaleza registra menor temperatura do ano, com mínima de 22 °C

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Fortaleza registra menor temperatura do ano, com mínima de 22 °C

Fortaleza registrou, nesta quinta-feira (5), a menor temperatura mínima do ano, com os termômetros marcando 22 °C. A queda na temperatura ocorre em meio a um cenário de fortes chuvas na capital cearense, impulsionadas pela intensificação das instabilidades atmosféricas associadas à quadra chuvosa, que teve início nesta semana.

De acordo com o monitoramento da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), entre 7h da manhã de quarta-feira (4) e 7h desta quinta-feira (5), foram registrados 75,2 milímetros de chuva em Fortaleza, com dados coletados no posto do Pici. Já entre meia-noite e 14h desta quinta, o acumulado chegou a 69 milímetros. Com esse volume, a capital aparece como o segundo município com maior registro de precipitações no período, ficando atrás apenas de Beberibe, que teve 83 milímetros. Também apresentaram volumes expressivos Ocara (75 mm), Aquiraz (71 mm), São Luís do Curu (65 mm), Iguatu (65 mm) e São Benedito (61 mm).

A Funceme destaca que as condições meteorológicas atuais favorecem a formação de instabilidades, com possibilidade de chuvas acompanhadas de descargas elétricas em todas as macro-regiões do Ceará. Até esta sexta-feira (6), a previsão indica precipitações em todo o estado, com maiores volumes esperados na Serra da Ibiapaba, no oeste do Sertão Central e dos Inhamuns e no Cariri, principalmente entre a tarde, a noite e a madrugada. Já nas áreas litorâneas, como Fortaleza, as chuvas tendem a ocorrer com mais intensidade entre a madrugada, a manhã e o início da tarde.

Fortes chuvas em Fortaleza

Segundo a Funceme, esse cenário está relacionado à aproximação de um vórtice ciclônico de altos níveis (VCAN), que deve se deslocar de leste para oeste e permanecer próximo ao Ceará nos próximos dias. “Assim como a configuração que está sendo prevista em superfície e nos níveis médios da atmosfera, favoráveis para que se tenha a formação de áreas de instabilidade. Esses sistemas atmosféricos devem interagir também com os efeitos locais como a temperatura, umidade e relevo”, explica o órgão.

A presença dessas instabilidades aumenta a chance de formação de nuvens do tipo cumulonimbus, associadas a tempestades e raios. Somente no mês de janeiro, o Ceará registrou mais de 21 mil descargas elétricas, conforme levantamento da Enel. Apesar de a probabilidade de uma pessoa ser atingida por um raio ser considerada baixa, os órgãos meteorológicos reforçam a necessidade de cuidados redobrados durante períodos de chuva intensa e tempestades.

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Fonte: gcmais.com.br