Fortaleza

Hospital de Messejana é o segundo da América Latina em transplante de coração

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Hospital de Messejana é o segundo da América Latina em transplante de coração

Até o dia 30 de abril de 2024 já foram realizados 12 transplantes cardíacos no Hospital do Coração de Messejana, em Fortaleza que é o segundo maior centro de transplante de coração da América Latina. Entre as pessoas que fizeram o procedimento este ano, três são crianças. Atualmente 10 pacientes estão nesta fila aguardando um doador.

O Grupo Cidade apoia a campanha Maria Sofia de doação de órgãos. A iniciativa tem o objetivo de incentivar que mais brasileiros digam sim para esse gesto de solidariedade.

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A cirurgia de transplante de coração é feita no Brasil desde 1968 como última alternativa de tratamento para problemas cardíacos.  A medicina evoluiu e permite que o paciente tenha excelente qualidade de vida após o procedimento. Mas um obstáculo permanece: a dificuldade de encontrar doadores de órgãos.

“As campanhas que existem de doação ajudam, mas você fica apreensivo porque imagina, você trocar um órgão tão fundamental como o coração. Fiquei nessa fila vieram quatro doadores, só que o primeiro a família não doou e a partir dali eu incentivei as pessoas a participarem da campanha de doações de órgãos”, diz o aposentado Diógenes Castro.

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O transplante de coração é reservado para quadros graves, quando não há mais terapia suficiente para resolver o problema, que não tem faixa de idade certa para acontecer. “A prioridade é aquele paciente que está pior, esse passa na frente porque é um paciente que está internado com bombas para o coração funcionar ele não aguenta muito tempo como aquele que está em casa por isso tem o graus de priorização, que a gente até teve questionamentos em relação ao caso do Faustão”, explica a médica cardiologista Laura Escóssia.

A fila para o transplante anda de acordo com alguns critérios:

  • -a ordem cronológica de cadastro
  • -gravidade do quadro
  • -tipo sanguíneo
  • -porte físico
  • -distância geográfica

Contudo, a maior dificuldade ainda é a negativa para doação de órgãos. “Eu deixo o pedido para que uma vez que está em morte encefálica, que doe órgãos porque aquele paciente que está em morte encefálica não é só um coração são vários órgãos que podem ser doados”, reforça a médica.

No Brasil, a autorização para a doação de órgãos é concedida por familiares. Por isso é importante manifestar a decisão em vida. A doação de órgãos pode ocorrer após a morte e em alguns casos em vida.

O Grupo Cidade de Comunicação apoia essa causa e realiza campanha para a conscientização da doação de órgãos. “  A doação é um ato de Esperança”. Maria Sofia, filha da diretora do Grupo Cidade de Comunicação faz parte dessa corrente de esperança. Ela recebeu um transplante de fígado e doou quatro órgãos.

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Fonte: gcmais.com.br