Fortaleza

56 animais silvestres são devolvidos à natureza em ação de soltura na Grande Fortaleza

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56 animais silvestres são devolvidos à natureza em ação de soltura na Grande Fortaleza

A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), promoveu uma ação de soltura de animais silvestres na região metropolitana de Fortaleza. O evento, que ocorreu na sexta-feira (3), marcou a devolução à natureza de 56 animais, representando 13 espécies distintas.

Entre os animais liberados estavam espécimes como o gavião-carijó (Rupornis magnirostris), a jiboia (Boa constrictor), o sibite (Coereba flaveola), o canário-pirrita (Sicalis luteola), o cágado-de-barbicha (Phrynops geoffroanus) e o galo-campina (Paroaria dominicana).

Esses animais foram resgatados ou apreendidos por órgãos ambientais e encaminhados ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras). No Cetras, receberam cuidados e tratamento adequados até estarem prontos para retornar ao seu habitat natural.

Semace: Mais de mil animais silvestres foram devolvidos à natureza em 2023

A Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (Semace) divulgou que devolveu à natureza 1.033 animais silvestres no estado ao longo do ano de 2023. Desses, conta a Superintendência, 889 (86,06%) eram aves, 109 (10,55%) eram répteis e 35 (3,38) mamíferos.

Foram, no total, 33 ações de soltura, com 27 delas tendo acontecido em ecossistemas diversos do estado e 6 outras ações tendo ocorrido em outros estados brasileiros – isso porque, nesses casos, as espécies dos animais devolvidos não tinham em áreas cearenses seu habitat natural.

A Semace informa que tem a intenção de reforçar as ações no ano de 2024, com o objetivo de fortalecer a gestão compartilhada do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Fortaleza. Também adianta que haverá a contratação de médicos veterinários e a construção de um Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres na região do Cariri.

Os animais silvestres apreendidos, resgatados ou entregues voluntariamente são submetidos ao processo de reabilitação, antes de serem liberados à natureza, de modo que sejam readaptados à vida em seu habitat. O objetivo é inibir a caça e o tráfico de animais silvestres – segundo o órgão por meio da sensibilização, sempre que possível, e da repressão quando necessário.

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Fonte: gcmais.com.br